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De casas em Xangri-lá a 14 edifícios: portfólio da Joma acompanha a verticalização do Litoral Norte

Linha do tempo iniciada com o Mont Serrat, em 1991, registra três décadas de evolução construtiva e consolidação em Capão da Canoa.

Reporter Medeiros
Por Reporter Medeiros
De casas em Xangri-lá a 14 edifícios: portfólio da Joma acompanha a verticalização do Litoral Norte
Imagem / Divulgação
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A história construtiva da Joma começou com residências em Xangri-lá e ganhou uma nova escala em 1991, quando a empresa entregou o Edifício Mont Serrat, em Capão da Canoa. O projeto marcou o ingresso da construtora na verticalização e abriu uma sequência que, segundo a linha do tempo apresentada no relatório, alcançou 14 edifícios entregues. O percurso permite observar como a empresa foi ajustando seu portfólio à evolução urbana e imobiliária do Litoral Norte.

Nos anos 1990, o Farol Park, o Castelon Park, o Henrique Sirtoli e o Dona Ilda registraram a ampliação gradual do padrão construtivo, com mudanças de localização, dimensionamento de plantas, fachadas e soluções de projeto. Em 2001, o Edifício Otavio Martinello acrescentou uma homenagem familiar ao portfólio e foi associado à elevação do padrão de acabamentos, sinalizando uma etapa de maior maturidade na produção imobiliária da construtora.

Na década seguinte, a Joma avançou com empreendimentos como Kinachi Rechden, Ferdinando Martinello, Nilo Martinello, Ricardo Pasquini e Jair Martinello. O relatório relaciona esse ciclo a maior integração de áreas sociais, expansão de gabarito, eficiência espacial e modernização do portfólio. Em 2015, o Edifício Maiara Martinello acrescentou uma arquitetura de linhas mais contemporâneas à cronologia da empresa.

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A fase mais recente inclui o João Alves Diniz, concluído em 2019 no centro de Capão da Canoa, além da Casa Sense, de 2021, em Xangri-lá, e do Edifício Joacir Martinello, entregue em 2024 na beira-mar. Embora a Casa Sense seja uma residência e não integre a contagem dos 14 edifícios, sua presença no portfólio reforça a ampliação das tipologias e a busca por soluções autorais em diferentes formatos de moradia.

A leitura conjunta dessa linha do tempo mostra que a evolução da Joma não ocorreu isoladamente da transformação do território. A passagem das residências para edifícios multifamiliares, seguida pela incorporação de projetos de maior exclusividade, coincide com a consolidação de Capão da Canoa e Xangri-lá como polos de investimento e moradia de alto valor agregado. O portfólio, nesse sentido, funciona também como registro de três décadas de verticalização e qualificação construtiva no litoral gaúcho.

FONTE/CRÉDITOS: Marcos Medeiros / Jornalista Responsável — MTB 14.106 / Editor-Chefe | IMOB BUSINESS

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Jornalista e assessor de comunicação, com atuação em produção de conteúdo informativo, institucional e sindical. Desenvolve reportagens e projetos estratégicos com foco em credibilidade, transparência e responsabilidade social.

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