O Boticário apresenta sua campanha de Dia das Mães 2026 com um olhar sensível e contemporâneo sobre um dos temas mais discutidos nas redes sociais nesta época: o chamado “ninho vazio”. Intitulada “Despedidas”, a ação propõe uma reflexão profunda sobre a maternidade como uma jornada marcada por ciclos de crescimento, transformação e recomeços.
De acordo com dados de social listening da marca, 64% das conversas sobre o “ninho vazio” nas redes carregam sentimentos de tristeza e solidão. A campanha surge justamente para ressignificar esse cenário, trazendo à tona não apenas a dor da despedida, mas também a beleza presente em cada nova etapa da vida entre mães e filhos.
Com criação da AlmapBBDO, o filme utiliza a metáfora de uma viagem de trem para ilustrar o passar do tempo. A narrativa acompanha Karina e seu filho João desde a infância até a vida adulta, revelando momentos marcantes do primeiro sono sem colo até a saída definitiva de casa. Em cada fase, a mãe vivencia pequenas despedidas que simbolizam o crescimento do filho e a reinvenção do vínculo entre ambos.
A produção é embalada por uma versão especial da música The Blower’s Daughter, que intensifica o tom emocional da campanha e conduz o público por uma experiência sensorial e afetiva.
“O Dia das Mães é uma data em que buscamos ir além do produto e gerar identificação real. Escolhemos um tema universal, que traduz a maternidade como uma sucessão de recomeços”, destaca Carolina Carrasco, diretora de branding e comunicação do Boticário.
Mais do que um filme, a campanha se desdobra em uma estratégia 360°, envolvendo ações digitais e presenciais. A marca também amplia o diálogo nas plataformas digitais ao convidar influenciadores e criadores de conteúdo para analisar elementos como trilha sonora, roteiro e cenografia, promovendo uma troca entre diferentes gerações.
Ao trazer à tona um tema muitas vezes silencioso, “Despedidas” reforça o posicionamento do Boticário de conectar-se com o público por meio de histórias reais, emocionais e culturalmente relevantes, transformando a maternidade em uma narrativa de amor contínuo, mesmo quando é preciso deixar ir.

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