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Domingo, 19 de Abril de 2026

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Ciclone Biguá causa destruição no Rio Grande do Sul com ventos de até 100 km/h

Fenômeno raro provoca destruição, deixa feridos e mais de 230 mil sem energia no estado

Reporter Medeiros
Por Reporter Medeiros
Ciclone Biguá causa destruição no Rio Grande do Sul com ventos de até 100 km/h
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Na tarde de domingo, 15 de dezembro, o ciclone subtropical Biguá atingiu o Rio Grande do Sul, provocando uma série de estragos em diversas cidades do estado. A ocorrência trouxe ventos que chegaram a 100 km/h, deixando mais de 230 mil pessoas sem energia elétrica e resultando em feridos.

Feridos e Estragos

Em Butiá, durante uma festa, uma cobertura de uma quadra esportiva foi arrancada pela força dos ventos. Um homem e um adolescente ficaram feridos, com o jovem ficando preso sob os escombros. Ele foi resgatado por amigos antes da chegada das equipes de socorro.

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Além disso, outras cidades como Triunfo, Encantado, Pelotas, Capão do Leão e Arroio Grande registraram quedas de árvores, destelhamento de imóveis e bloqueios em estradas. Em várias localidades, relatando moradores dificuldades de acesso devido aos estragos.

Apagão Elétrico

A Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica (CEEE) informou que mais de 230 mil clientes ficaram sem energia elétrica, especialmente na região metropolitana de Porto Alegre e em municípios da zona sul do estado. As equipes de manutenção estão operando para restaurar a integridade, mas os danos generalizados nas redes elétricas tornam a recuperação desafiadora.

O Fenômeno

O ciclone Biguá é caracterizado como subtropical, um tipo raro na região, diferente dos ciclones extratropicais, que são mais comuns. A ocorrência está associada a uma baixa pressão atmosférica que intensifica tempestades severas. O último evento semelhante no estado foi registrado em maio de 2022.

Medidas e Alertas

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas sobre chuvas intensas e ventos fortes. As autoridades locais continuam monitorando a situação e coordenando esforços para atender às comunidades afetadas. O ciclone está se deslocando para alto-mar, mas seus efeitos residuais ainda podem ser sentidos em algumas áreas.

Reação e Preocupações

Diante da gravidade do ciclone Biguá, a Defesa Civil pede que os moradores permaneçam em segurança e evitem áreas de risco, como proximidades de árvores e estruturas frágeis. A cobertura das áreas afetadas deve levar dias, e o impacto das consequências reacende o debate sobre as mudanças climáticas e sua influência no aumento de eventos extremos no sul do Brasil.

 

 

FONTE/CRÉDITOS: Redação Trinoo - Marcos Medeiros
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Publicado por:

Reporter Medeiros

Jornalista e assessor de comunicação, com atuação em produção de conteúdo informativo, institucional e sindical. Desenvolve reportagens e projetos estratégicos com foco em credibilidade, transparência e responsabilidade social.

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