A morte de Juliana Marins, brasileira que estava desaparecida na Indonésia, foi confirmada com tristeza e revolta por seus familiares. Desde o início do caso, a família denuncia negligência no atendimento, informações desencontradas e falta de agilidade no resgate.
A irmã de Juliana, Mariana Marins, usou as redes sociais para relatar o sofrimento e a sensação de abandono. Ela negou as notícias de que Juliana teria recebido comida, água ou agasalho após a queda, e afirmou que a jovem permaneceu sozinha e sem qualquer assistência até sua morte.
Mesmo após a localização visual do corpo, o resgate foi adiado por dias, com justificativas como mau tempo e dificuldades no terreno. Mariana também denunciou vídeos forjados que circularam nas redes, sugerindo falsamente que Juliana havia sido resgatada com vida.
O pai da jovem viajou à Indonésia com a esperança de reencontrar a filha viva, mas precisou encarar a dura realidade. Emocionado, agradeceu o apoio recebido e reforçou a luta da família por justiça e por esclarecimentos sobre o que realmente aconteceu.
O caso levanta questionamentos sobre a segurança no turismo internacional e a responsabilidade das agências que operam em locais remotos.

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