O Rio Grande do Sul está sob alerta devido à formação do ciclone subtropical Biguá, confirmado pela Marinha do Brasil. Este é o primeiro ciclone atípico a afetar a região desde maio de 2022. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um aviso sobre a possibilidade de chuvas intensas e ventos fortes, com acumulados de precipitação superiores a 100 mm e rajadas que podem ultrapassar 100 km/h, especialmente nas regiões Sul e Leste do estado.
Cidades Atingidas
As cidades mais propensas a sentir os efeitos do ciclone incluem:
- Santa Vitória do Palmar
- Chuí
- Pelotas
- Rio Grande
- Arroio Grande
- Jaguarão
- Bagé
- Pinheiro Machado
Essas localidades enfrentam riscos significativos, como danos em edificações, interrupções no fornecimento de energia elétrica, queda de árvores, alagamentos, enxurradas e dificuldades no tráfego.
Características do Ciclone
O ciclone subtropical Biguá se caracteriza por sua formação isolada, sem conexão com frentes frias, e apresenta ventos variando entre 63 km/h e 118 km/h. Apesar de seu potencial para causar transtornos, especialistas indicam que o impacto esperado é menor em comparação ao ciclone Yakecán, que provocou estragos significativos em 2022.
A previsão é de que o ciclone se desloque para alto-mar na segunda-feira (16), o que deve aliviar as condições adversas na região.
Recomendações para a População
A população das áreas afetadas é orientada a:
- Permanecer em locais seguros.
- Evitar deslocamentos desnecessários.
- Seguir as orientações das autoridades locais.
Essas medidas são essenciais para minimizar os riscos associados ao fenômeno meteorológico.
Com o monitoramento constante das condições climáticas, as autoridades seguem empenhadas em mitigar os impactos do ciclone e garantir a segurança da população. Alerta-se para a importância de acompanhar atualizações dos órgãos oficiais.
