Em um único dia, o mundo foi colocado diante de decisões que definem destinos – muitas vezes entre a vida e a morte.
Logo nas primeiras horas da manhã, o Brasil foi abalado por imagens fortes da queda do balão em Santa Catarina. O acidente, que resultou em 8 mortes e 13 sobreviventes, expôs com brutalidade o poder das escolhas. O que se passou na mente daqueles passageiros diante do fogo, da altura e do medo? Saltar para uma possível sobrevivência ou permanecer no balão e enfrentar as chamas? Que dor e que coragem moraram nessas decisões? E o piloto, ao orientar que pulassem… carregava no peito a angústia de quem também teve que escolher.
Enquanto isso, aqui no Rio Grande do Sul, famílias voltam a ser desafiadas pelas águas. Mais uma vez, a escolha: permanecer em casa esperando o rio baixar ou abandonar tudo em busca de segurança em abrigos ou casas de familiares? Decidir partir não é fácil, mas pode ser necessário. Mais uma vez, escolhas.
No cenário global, mais um conflito acende o alerta. A decisão do presidente dos Estados Unidos em atacar o Irã reacende os temores de uma escalada militar. Qual foi o cálculo? O que se pensou antes de pressionar o botão da retaliação? Quantas vidas serão impactadas por essa escolha de guerra?
Em meio a tantos cenários dolorosos, fica a lição: o poder de escolher deve ser guiado por algo maior. Por isso, escolho hoje – em meio à dor, ao caos, à incerteza – acreditar na paz. Escolho viver um dia feliz. E desejo que, amanhã, todas as nossas escolhas sejam guiadas por empatia, humildade e esperança.

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