A angústia cresce em torno do desaparecimento da brasileira Juliana Marins, que caiu durante uma trilha no Vulcão Rinjani, na Indonésia. A irmã da jovem, Mariana Marins, desmentiu as informações repassadas por autoridades locais e pela própria Embaixada do Brasil em Jacarta, que afirmavam que Juliana teria recebido comida, água e agasalho após o acidente.
Segundo Mariana, o resgate ainda não conseguiu chegar até Juliana, que está desaparecida há mais de 30 horas. As equipes de busca enfrentam grandes dificuldades para acessar o local onde ela foi vista pela última vez, devido à falta de cordas com comprimento adequado e à baixa visibilidade.
A denúncia mais grave feita pela família é de que vídeos divulgados nas redes sociais, que supostamente mostrariam o resgate, foram forjados para simular avanços nas operações, o que não condiz com a realidade.
As buscas foram temporariamente suspensas devido às condições climáticas adversas, como ventos fortes e neblina intensa, e devem ser retomadas assim que houver segurança para as equipes.
Juliana foi localizada pela última vez através de imagens captadas por um drone de turistas, que mostram a jovem caída em uma das trilhas do vulcão. Entretanto, até o momento, não houve qualquer contato direto ou confirmação de seu estado de saúde.
Outro ponto crítico levantado pela família é que Juliana teria sido abandonada pelo grupo e pelo guia local, que seguiram a trilha rumo ao cume e a deixaram para trás, agravando ainda mais a situação.
A família segue mobilizando esforços, cobrando transparência nas informações e agilidade nas operações de resgate.

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