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Quarta-feira, 22 de Abril 2026
Policial

Grupo ligado à facção de Nego Jackson é alvo de megaoperação da Polícia Civil em quatro cidades do RS

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), uma operação em quatro cidades para desarticular um grupo criminoso suspeito de integrar a facção liderada por Nego Jackson, morto em novembro.

Reporter Medeiros
Por Reporter Medeiros
Grupo ligado à facção de Nego Jackson é alvo de megaoperação da Polícia Civil em quatro cidades do RS
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A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), uma operação em quatro cidades para desarticular um grupo criminoso suspeito de integrar a facção liderada por Nego Jackson, morto em novembro. A ação ocorreu simultaneamente em Porto Alegre, Pantano Grande, Charqueadas e Viamão, mobilizando cerca de 60 agentes e resultando em nove prisões até o momento.

Mandados e apreensões

Durante a operação, foram cumpridos 11 mandados de prisão preventiva, 10 de busca e apreensão, além de quatro bloqueios de contas bancárias. Entre os materiais apreendidos estão celulares, armas e dinheiro em espécie, itens considerados essenciais para a investigação.

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Histórico e contexto da investigação

A investigação teve início em setembro do ano passado e tem como foco o tráfico de drogas no bairro Passo das Pedras, em Porto Alegre, onde a facção exercia forte influência. A disputa por território com gangues rivais resultou em uma onda de violência, incluindo diversos homicídios.

O delegado Alencar Carraro, responsável pela operação, enfatizou a importância de combater essas organizações criminosas. "Estamos trabalhando para desmantelar essas redes que trazem instabilidade e violência à população", afirmou.

Quem foi Nego Jackson?

Apontado como um dos criminosos mais procurados do Rio Grande do Sul, Nego Jackson acumulava mais de 29 homicídios em sua ficha criminal. Ele foi preso no Paraguai e extraditado para o Brasil em 2020, mas continuava sendo o principal articulador da facção até ser morto em novembro. Dezimar de Moura Camargo, conhecido como Tita, que também liderava o grupo, foi executado no mesmo período, supostamente por uma gangue rival.

Impacto da operação

A ação é vista como um passo importante na contenção da escalada de violência nas regiões onde a facção atuava. "O enfrentamento ao tráfico e às facções é prioridade para garantir a segurança dos moradores", declarou o delegado Carraro. A Polícia Civil segue investigando para identificar outros membros da organização e suas ligações com crimes como homicídios, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Próximos passos

As autoridades pretendem aprofundar as investigações, buscando esclarecer a extensão da rede criminosa e evitar que novos líderes assumam o controle da facção. O impacto da operação nas comunidades afetadas será monitorado, visando à estabilização da segurança pública nas áreas de atuação do grupo.

A ação reforça o compromisso da Polícia Civil em combater organizações criminosas e devolver a tranquilidade às cidades impactadas pela violência associada ao tráfico de drogas.

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Reporter Medeiros

Jornalista e assessor de comunicação, com atuação em produção de conteúdo informativo, institucional e sindical. Desenvolve reportagens e projetos estratégicos com foco em credibilidade, transparência e responsabilidade social.

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