A brasileira Juliana Marins, que desapareceu após cair em uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia, foi localizada com vida em um penhasco rochoso a cerca de 500 metros de profundidade. Ela está imóvel, em situação crítica, mas viva — segundo especialistas e equipes de resgate que utilizam drones e tecnologia térmica para confirmar sua presença.
O drama já dura mais de quatro dias e mobiliza alpinistas experientes, além do apoio dos governos da Indonésia e do Brasil. O principal desafio continua sendo o acesso: o local é de difícil alcance, o tempo está instável, com forte neblina e ventos intensos, o que tem impedido a aproximação física dos socorristas.
Imagens recentes obtidas por drones, inclusive com sensores térmicos, foram fundamentais para confirmar que Juliana está viva, embora sem conseguir se mover. Ela está sem água, comida, agasalho e sem seus óculos, o que dificulta sua visão.
O uso de helicóptero com guincho está sendo avaliado, mas depende de melhoria nas condições climáticas para garantir a segurança da operação. A família de Juliana, no Brasil, segue acompanhando com fé e pede que informações falsas sobre o fim do resgate não sejam compartilhadas.
A cada nova tentativa frustrada, a esperança se mantém viva graças à confirmação térmica do calor corporal da jovem e à persistência das equipes de resgate. O mundo assiste, com expectativa, a uma corrida contra o tempo para salvar Juliana Marins.
