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Sexta-feira, 06 de Marco de 2026

Policial

Médico é preso em Porto Alegre por armazenar conteúdo de abuso sexual infantil

Suspeito foi detido em flagrante com dezenas de imagens e vídeos ilegais; denúncia anônima deu início à investigação da Polícia Civil

Reporter Medeiros
Por Reporter Medeiros
Médico é preso em Porto Alegre por armazenar conteúdo de abuso sexual infantil
A prisão ocorreu na residência do suspeito. Polícia Civil / Divulgação / PN
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Um médico de 48 anos foi preso em flagrante na manhã desta quinta-feira, 3 de julho de 2025, em Porto Alegre, após a Polícia Civil encontrar, em sua residência, dezenas de fotos e vídeos relacionados a abuso sexual infantil. A prisão ocorreu em um bairro nobre da zona Leste da capital gaúcha, durante operação da 2ª Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), com apoio do Instituto-Geral de Perícias (IGP).

A investigação teve início em maio de 2025, motivada por uma denúncia anônima feita por uma pessoa próxima ao médico, que teria tido contato com o conteúdo ao acessar o celular do suspeito. Com base na denúncia, foi expedido um mandado de busca e apreensão, que resultou na coleta de celulares e notebooks contendo material criminoso.

O médico, casado e pai de uma filha pequena, confessou informalmente o crime durante a abordagem. De acordo com a delegada Sabrina Teixeira, o homem não possui antecedentes criminais e nenhuma das vítimas retratadas seria paciente dele. Também foi confirmado que ele não atua na área de pediatria e que o material foi obtido via internet.

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Segundo a Polícia Civil, o consumo desse tipo de conteúdo teria ocorrido por, pelo menos, um ano. O suspeito foi encaminhado ao Núcleo de Gestão Estratégica do Sistema Prisional (Nugesp), onde permanece à disposição da Justiça.

“A cada imagem de pornografia infantil consumida, uma criança foi vítima de um crime gravíssimo. Nossa prioridade é proteger essas vítimas e responsabilizar quem alimenta esse ciclo criminoso”, declarou a delegada Sabrina Teixeira. Já o delegado Raul Vier destacou a atuação do núcleo de operações cibernéticas e reforçou que a internet não oferece anonimato aos criminosos.

A operação reforça o papel das denúncias e da investigação tecnológica no combate aos crimes sexuais virtuais e na proteção da infância e adolescência.

FONTE/CRÉDITOS: Por Marcos Medeiros / Redaç~]ao Pn
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Reporter Medeiros

Jornalista e assessor de comunicação, com atuação em produção de conteúdo informativo, institucional e sindical. Desenvolve reportagens e projetos estratégicos com foco em credibilidade, transparência e responsabilidade social.

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