A China condenou veementemente os ataques realizados pelos Estados Unidos contra instalações nucleares no Irã, classificando a ação como uma violação clara dos princípios do direito internacional, da soberania, segurança e integridade territorial iraniana.
Em nota oficial, o governo chinês afirmou que os bombardeios norte-americanos não apenas agravam as tensões no Oriente Médio, como também comprometem seriamente o regime internacional de não proliferação nuclear. Pequim pediu um cessar-fogo imediato e incondicional, além do fim do uso da força e da garantia de proteção aos civis, destacando que as maiores vítimas são, mais uma vez, os inocentes.
A posição chinesa recebeu apoio imediato da Rússia e do Paquistão, que também condenaram os ataques e reforçaram a necessidade urgente de uma solução diplomática. Os três países apresentaram conjuntamente um projeto de resolução no Conselho de Segurança da ONU exigindo:
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Cessar-fogo imediato e incondicional;
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Proteção integral aos civis e infraestrutura humanitária;
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Retorno ao diálogo e à negociação como únicos caminhos sustentáveis para a paz.
A Rússia, parceira estratégica do Irã na região, reforçou seu compromisso com a busca de uma saída política para o conflito, coordenando ações com Teerã e demais aliados.
O governo chinês ainda destacou que “os meios diplomáticos não estão esgotados” e reiterou que a escalada militar compromete não apenas a estabilidade regional, mas também a segurança global.
A crise no Oriente Médio atinge um dos momentos mais delicados dos últimos anos, com riscos de novos desdobramentos que podem impactar a geopolítica mundial.

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