Em uma ofensiva militar sem precedentes, os Estados Unidos atacaram duramente o programa nuclear do Irã na madrugada desta sexta-feira (20). A operação, batizada de "Midnight Hammer" (Martelo da Meia-Noite), é considerada a maior já realizada com bombardeiros furtivos B-2 Spirit.
Ao todo, sete B-2 Spirit decolaram do território continental dos EUA em uma missão de 18 horas, com múltiplos reabastecimentos aéreos e comunicações reduzidas para evitar detecção. A ação foi reforçada por mais de 125 aeronaves, entre caças, aviões de reconhecimento, aviões-tanque e um submarino que lançou dezenas de mísseis Tomahawk contra alvos estratégicos.
O ponto central da operação foi o lançamento de 14 bombas antibunker GBU-57 Massive Ordnance Penetrator (MOP), cada uma pesando 13 toneladas, projetadas para perfurar até 60 metros de concreto e rocha antes de explodir. As bombas foram direcionadas contra os centros nucleares de Fordow, Natanz e Esfahan, que ficam em instalações subterrâneas altamente protegidas.
Segundo o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, a operação "devastou" o programa nuclear iraniano, sem causar danos colaterais a civis ou tropas convencionais. Ele ainda fez um apelo para que o Irã “siga o caminho da paz” e evite novos ataques.
O presidente Donald Trump classificou a ofensiva como um “sucesso militar espetacular”, alertando que, caso o Irã não mude sua postura, novas ações militares podem ocorrer.
Fontes de inteligência e imagens de satélite divulgadas após o ataque confirmam danos severos, especialmente na instalação de Fordow, onde grandes crateras e colapsos estruturais foram identificados. No entanto, algumas infraestruturas secundárias permaneceram intactas.
Durante toda a missão, os bombardeiros furtivos não foram detectados pelos sistemas de defesa aérea iranianos, protegidos por uma barreira de caças americanos que neutralizaram qualquer ameaça no espaço aéreo.
Este é considerado o maior ataque operacional da história utilizando bombardeiros B-2 e marca também a primeira vez que as bombas antibunker GBU-57 foram usadas em combate real, redefinindo os limites da guerra tecnológica e estratégica.
O mundo agora observa os próximos movimentos no tabuleiro geopolítico, enquanto cresce a tensão no Oriente Médio.
