Em uma ação militar altamente coordenada e secreta, os Estados Unidos lançaram a Operação "Martelo da Meia-Noite", uma ofensiva contra as principais instalações nucleares do Irã. A operação contou com 125 aeronaves, entre elas sete bombardeiros furtivos B-2 Spirit, e um submarino americano posicionado no Oriente Médio, que disparou dezenas de mísseis Tomahawk.
O ataque ocorreu após o fracasso das negociações diplomáticas e foi planejado para reduzir significativamente a capacidade nuclear iraniana. Os alvos foram as instalações de Fordow, Natanz e Isfahan, que sofreram danos severos. Fordow, localizada a 90 metros de profundidade, foi atingida por bombas penetrantes do tipo "bunker buster", cada uma pesando quase 14 toneladas.
Uma manobra diversionista levou parte dos bombardeiros a seguir em direção ao Pacífico, desviando a atenção dos radares iranianos. Simultaneamente, o grupo principal cruzou o Atlântico para executar o ataque real. O grau de sigilo foi extremo, com poucos integrantes do governo norte-americano cientes da missão.
Durante a ação, não houve reação militar iraniana contra as aeronaves dos EUA, mas como resposta, o Irã lançou mísseis contra Tel-Aviv, escalando ainda mais o conflito.
A ofensiva marca a entrada formal dos Estados Unidos na guerra, que já vinha sendo travada entre Israel e o Irã, após meses de tensão crescente no Oriente Médio.
As consequências globais e regionais ainda estão sendo avaliadas, e especialistas alertam para um possível agravamento da crise internacional.
